Quem acompanha a vida de pessoas homoafetivas cristãs conhece os sofrimentos lancinantes, as doenças psíquicas, as tentativas de suicídio que a nossa teologia homofóbica tem causado naqueles e naquelas que, apesar de toda exortação eclesiástica, internamento em clínicas de tratamento, processos disciplinares e "discipulares", e de toda pretensa pregação bíblica e rituais exorcistas, não conseguiram e não conseguem deixar de amar integralmente pessoas do mesmo sexo. Arrependemo-nos de ter participado por tanto tempo de práticas que acumulam fardos sobre pessoas sensíveis e que as jogam em guetos e situações de risco, sendo alvos constantes de violência simbólica e física ( Mt 23.4; Gl 6.2; Mc 9.42; Mt 11.30 ). Pedimos perdão a Deus e aos irmãos e irmãs ao reconhecer que possivelmente a nossa atitude atual tenha demorado mais tempo do que devia, talvez por uma tendência pecaminosa de conforto e de desobediência à Palavra de um Deus misericordioso que nos convida const...
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