Ela era uma amiga cristã e solteira (só amiga, mesmo!), desabafando sobre sua frustração com homens imaturos. Foi casual, afinal esse tipo de desabafo é comum. Foi durante um café, e doeu! “Homens cristãos… eca.” Como um cara cristão, estudante universitário, não casado, sem emprego fixo e sem independência financeira, eu me contorcia de inquietação e insegurança. Ela não estava fazendo um ataque direto a mim; apenas fazendo uma reclamação geral para o universo. As palavras saíram de sua boca sem o menor esforço, como se ela já as houvesse dito um milhão de vezes antes, e eu não estava preparado para os adjetivos que seriam incluídos na conversa: “Imaturos”. “Infantis”. “Preguiçosos”. “Fracos”. “Patéticos”. Vejam só… “Homeninos”. De certa forma, o tom que nós usamos para falar sobre os jovens cristãos hoje seria evidentemente desrespeitoso em outros contextos. E, para constatar o óbvio, o que mais dói é quando isso vem das nossas equivalentes femininas e solteiras. Exist...