Pular para o conteúdo principal

Download (A vida de David Brainerd - Jonathan Edwards)

Sinopse:

O diário de David Brainerd, comentado por Jonathan Edwards neste volume, constitui um desafio ao cristão de nossos dias; sua vida de dedicação ao Senhor é um exemplo que deve impactar a vida daqueles que buscam sinceramente agradar ao Senhor em sua jornada.

Recomendações:

Quando voltei a ler este livro, depois de 40 anos no campo missionário, pude ver por que a sua leitura teve tão grande influência em minha vida como jovem. No mundo onde existem poucos a seguir, tenho encontrado em Brainerd uma luz nas trevas. - Pr. Ricardo Denham, fundador e diretor da Editora Fiel.

Ao ler o diário de Brainerd, compreendi melhor o valor da biografia de um cristão. Gozei de muita doçura (usando a linguagem de Brainerd) lendo sobre os últimos meses de sua vida... Senti-me muito encorajado ao refletir sobre uma vida de santidade, à luz da possibilidade de uma morte precoce. - Jim Elliot, um dos cinco jovens missionários martirizados pelos índios Aucas, no Equador.

Que cada pregador leia atentamente sobre a vida de Brainerd. Que sejamos seus imitadores, assim como ele o era de Cristo, em absoluta devoção pessoal, sem dar ouvidos ao mundo e em fervente amor a Deus e aos homens. - John Wesley, fundador do Metodismo.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O que a Bíblia ensina sobre homossexualidade?

Quem acompanha a vida de pessoas homoafetivas cristãs conhece os sofrimentos lancinantes, as doenças psíquicas, as tentativas de suicídio que a nossa teologia homofóbica tem causado naqueles e naquelas que, apesar de toda exortação eclesiástica, internamento em clínicas de tratamento, processos disciplinares e "discipulares", e de toda pretensa pregação bíblica e rituais exorcistas, não conseguiram e não conseguem deixar de amar integralmente pessoas do mesmo sexo. Arrependemo-nos de ter participado por tanto tempo de práticas que acumulam fardos sobre pessoas sensíveis e que as jogam em guetos e situações de risco, sendo alvos constantes de violência simbólica e física ( Mt 23.4; Gl 6.2; Mc 9.42; Mt 11.30 ). Pedimos perdão a Deus e aos irmãos e irmãs ao reconhecer que possivelmente a nossa atitude atual tenha demorado mais tempo do que devia, talvez por uma tendência pecaminosa de conforto e de desobediência à Palavra de um Deus misericordioso que nos convida const...

[SLIDES] Palestra "Dependência Emocional"

Por quem Cristo morreu?

Em suas cartas, Paulo fala da morte de Cristo tanto de uma maneira particularista (por um grupo específico) quanto de uma maneira universalista (por um grupo indefinido, vago). Meu argumento é que esses textos apresentam elementos compatíveis com a teologia paulina da expiação. Os textos universalistas não impedem a possibilidade da expiação limitada em Paulo; antes, a complementam. Um olhar atento para esses textos em si revela que o sentido de “muitos”, “todos” e “mundo” não pode ser interpretado de forma simplista em cada ocasião como significando “todos sem exceção” ou “cada pessoa”. Minha análise revela quatro pontos importantes quando se considera a linguagem universalista em Paulo: Em primeiro lugar, embora Paulo possuísse o arsenal linguístico para declarar inequivocamente que não houve ninguém por quem Cristo não morreu, ele escolheu não usá-lo. Os termos “muitos”, “todos” e “mundo” permanecem indefinidos e vagos, dependentes de contexto para seus sentidos. Segundo, o...